Poisé... [tudo junto mesmo]
Mudou!
Todos os discursos e todos os medos, tudo passou!
Sabe pq?
Eu não sei...e quem sabe?
Há somente um culpado e ele sabe quem é!
Há somente uma razão...tão clichê, tão simples, tão comum, tão...sem explicações!
Não quero explicar...não tem como!
É sem nexo...coisa doida!
Mas com ele nem me preocupo com o sentido das coisas.
Me sinto muito bem.
Triste é esperar dos outros atitudes que são somente nossas!
Só precisava dizer isso...Obrigada!
14 de mai. de 2008
4 de fev. de 2008
Por falta do que falar...
Por falta do que falar, vou escrever!
Preocupações, acontecimentos, falta do que fazer...
Loucuras é que, mesmo com um vazio enorme de tudo, ainda sentimos a necessidade de exteriorizar algo que pareça interessante, não é?!
Uma caneta e uma folha de papel, armas para revolucionar minhas próprias idéias...se eu não estivesse com a mente vazia.
O fato é que cansei dos meus pensamentos influenciada por um lugar que não muda e pessoas que não fazem nada que eu possa julgar construtivo ou, pelo menos, dígno de me interessar.
As palavras se enrolam e me sinto confusa para identificar esta "coisa" toda.
Cheguei a acreditar que eu construiria o meu mundo e viveria nele, independente de quem vivesse ou estivesse por perto, mas já não sei até onde posso continuar crendo nesta idéia.
Não sei até onde o que vivo é meu e o que foi imposto por todo o resto que não sou eu.
Mesmo vivendo com uma raça individualista, vejo que tudo é regido por uma energia que não é criada por um só, interagindo com tudo e fazendo agirmos de formas tão estúpidas quanto as atitudes que julgamos odiosas.
Formamos uma postura, entramos em um estereótipo, seguimos uma grande tendência universal de ser-diferente-odiar-a-moda e...acabamos por ser a moda!
Assim como não sou capaz de compreender o que há de maravilhoso nessas coisas-doidas-modernas que surgem, imitando o já inventado, só que com roupinhas diferentes, também não cabe a mim compreender ou criar um ódio de tudo isto.
É simples, vivemos em um circulo e tudo vai e volta, sem ordem alguma!
Vivemos farças e acreditamos que somos felizes...
Até onde dura essa felicidade eu não sei, mas desacredito dela quando paro para pensar no nada e analisar um tudo.
Eu, com certeza, vou abrir mão desta rotina que me deixa conformada...assim que descobrir como e antes de não saber mais distinguir que não pertenço a nada disso!
Alguém sugere uma boa leitura?
Preocupações, acontecimentos, falta do que fazer...
Loucuras é que, mesmo com um vazio enorme de tudo, ainda sentimos a necessidade de exteriorizar algo que pareça interessante, não é?!
Uma caneta e uma folha de papel, armas para revolucionar minhas próprias idéias...se eu não estivesse com a mente vazia.
O fato é que cansei dos meus pensamentos influenciada por um lugar que não muda e pessoas que não fazem nada que eu possa julgar construtivo ou, pelo menos, dígno de me interessar.
As palavras se enrolam e me sinto confusa para identificar esta "coisa" toda.
Cheguei a acreditar que eu construiria o meu mundo e viveria nele, independente de quem vivesse ou estivesse por perto, mas já não sei até onde posso continuar crendo nesta idéia.
Não sei até onde o que vivo é meu e o que foi imposto por todo o resto que não sou eu.
Mesmo vivendo com uma raça individualista, vejo que tudo é regido por uma energia que não é criada por um só, interagindo com tudo e fazendo agirmos de formas tão estúpidas quanto as atitudes que julgamos odiosas.
Formamos uma postura, entramos em um estereótipo, seguimos uma grande tendência universal de ser-diferente-odiar-a-moda e...acabamos por ser a moda!
Assim como não sou capaz de compreender o que há de maravilhoso nessas coisas-doidas-modernas que surgem, imitando o já inventado, só que com roupinhas diferentes, também não cabe a mim compreender ou criar um ódio de tudo isto.
É simples, vivemos em um circulo e tudo vai e volta, sem ordem alguma!
Vivemos farças e acreditamos que somos felizes...
Até onde dura essa felicidade eu não sei, mas desacredito dela quando paro para pensar no nada e analisar um tudo.
Eu, com certeza, vou abrir mão desta rotina que me deixa conformada...assim que descobrir como e antes de não saber mais distinguir que não pertenço a nada disso!
Alguém sugere uma boa leitura?
17 de jan. de 2008
Sobre insetos e política...
Meus pensamentos nada são perto de grandes pensamentos já pensados.
Não tenho um vocabulário invejável ou dígno de grandes admirações.
Pequenas conversinhas bobas se tornam - e tomam - imensidões em minha mente e qualquer assunto propaga-se pela mesma que não se cansa de pensar.
Acredito piamente no valor imensurável de coisas pequenas, simples, modestas e ultrapassadas assim como vejo o grande, atual ou inovador acontecer.
Imagino uma janela, eu olho por ela e paro para observar:
Eu vejo de tudo, da formiga que carrega uma folha verde ao carro de última geração que acabou de passar.
Eu vejo pessoas que vejo todo dia passando ao lado de pessoas que se trombam a todo tempo e não se olham nem para cumprimentar.
Eu observei cada movimento do topo da árvore com o vento, a delicadeza de uma nuvem em movimento enquanto vi que havia alguém preocupado com o cabelo, a se pentear.
Eu vi o que todo mundo sempre vê e não para para observar.
A cada dia que passa nos esquecemos um pouco de nossas essências. O simples se torna comum, invisível, rotineiro e deixa de nos importar.
A cada dia que passa precisamos de novidades, de coisas maiores, significantes, visíveis, interessantes ou diferentes, sempre mais.
A cada dia me pergunto até quando vão surgir sempre novas - e maiores - coisas e até onde o mundo (sinta-se parte dele) vai aguentar.
Precisamos sempre de mais para nos divertir, sempre mais para nos satisfazer, afinal, o mundo evolui por décimo de segundo, mais e mais e mais e mais e mais e mais...
Mais?!
Realmente não sei o que grande parte das pessoas que observo querem mais, sempre mais!
Há tanta coisa que ainda precisamos olhar com olhos gulosos, coisas que conhecemos desde sempre e nunca pareceram importantes antes.
Chegamos ao ponto de que é necessário se perguntar: "até onde vale a pena?"
Porque o mundo está envelhecendo e mesmo sempre perdendo nunca sabemos dar valor a algo antes que deixe de existir.
Porque pouco importa se vamos falar de insetos exóticos, debater a cor de um grão de areia ou a submissão política-social do terceiro, quarto e quinto mundo.
A inteligência e a importância não podem ser definidas, sua vida é sua vida e, muito em breve - e só para você - vai acabar!
Você se vai mas essas pequenas coisas vão continuar, assim como eternos heróis ou bons livros escritos, você se vai e se tornará dispensável.
Até quando viveremos uma realidade superficial?
Não importa o assunto, o grau de escolaridade, o local. O que fica - e realmente faz a diferença - é sentir toda essência, se sentir bem, sentir cada vibração de um mundo que muda a cada segundo mas preserva essências eternas implorando por resgate.
Aqui fica mais um texto sobre sabe-se lá o que.
Sem humor, sem nexo e sem inteligência...Mais um pensamento divido e que passará por invisível, pois há certas coisas que nunca vão mudar!
Não tenho um vocabulário invejável ou dígno de grandes admirações.
Pequenas conversinhas bobas se tornam - e tomam - imensidões em minha mente e qualquer assunto propaga-se pela mesma que não se cansa de pensar.
Acredito piamente no valor imensurável de coisas pequenas, simples, modestas e ultrapassadas assim como vejo o grande, atual ou inovador acontecer.
Imagino uma janela, eu olho por ela e paro para observar:
Eu vejo de tudo, da formiga que carrega uma folha verde ao carro de última geração que acabou de passar.
Eu vejo pessoas que vejo todo dia passando ao lado de pessoas que se trombam a todo tempo e não se olham nem para cumprimentar.
Eu observei cada movimento do topo da árvore com o vento, a delicadeza de uma nuvem em movimento enquanto vi que havia alguém preocupado com o cabelo, a se pentear.
Eu vi o que todo mundo sempre vê e não para para observar.
A cada dia que passa nos esquecemos um pouco de nossas essências. O simples se torna comum, invisível, rotineiro e deixa de nos importar.
A cada dia que passa precisamos de novidades, de coisas maiores, significantes, visíveis, interessantes ou diferentes, sempre mais.
A cada dia me pergunto até quando vão surgir sempre novas - e maiores - coisas e até onde o mundo (sinta-se parte dele) vai aguentar.
Precisamos sempre de mais para nos divertir, sempre mais para nos satisfazer, afinal, o mundo evolui por décimo de segundo, mais e mais e mais e mais e mais e mais...
Mais?!
Realmente não sei o que grande parte das pessoas que observo querem mais, sempre mais!
Há tanta coisa que ainda precisamos olhar com olhos gulosos, coisas que conhecemos desde sempre e nunca pareceram importantes antes.
Chegamos ao ponto de que é necessário se perguntar: "até onde vale a pena?"
Porque o mundo está envelhecendo e mesmo sempre perdendo nunca sabemos dar valor a algo antes que deixe de existir.
Porque pouco importa se vamos falar de insetos exóticos, debater a cor de um grão de areia ou a submissão política-social do terceiro, quarto e quinto mundo.
A inteligência e a importância não podem ser definidas, sua vida é sua vida e, muito em breve - e só para você - vai acabar!
Você se vai mas essas pequenas coisas vão continuar, assim como eternos heróis ou bons livros escritos, você se vai e se tornará dispensável.
Até quando viveremos uma realidade superficial?
Não importa o assunto, o grau de escolaridade, o local. O que fica - e realmente faz a diferença - é sentir toda essência, se sentir bem, sentir cada vibração de um mundo que muda a cada segundo mas preserva essências eternas implorando por resgate.
Aqui fica mais um texto sobre sabe-se lá o que.
Sem humor, sem nexo e sem inteligência...Mais um pensamento divido e que passará por invisível, pois há certas coisas que nunca vão mudar!
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