26 de out. de 2010

Uma linda poesia, feita em 1 minuto para nosso amado Polvo Paul...

Paul, paul, paul...oh, polvo amado!
seus lindos braços, confundidos com tentáculos
Oh, polvo Paul
uma linda vida ajudanto os indecisos
e de repente, vc está falecido
o mundo clama por sua ressureição
mas agora, polvo Paul, não há mais lamentação
descanse em paz, meu bom amigo
conte sempre comigo
e me conte algumas dezenas
que sairá na próxima mega sena

Um rap muito inteligente, para nosso amado polvo Paul...composto em 30 segundos.

o polvo paul era camarada
tava sempre nas quebrada
acertando as jogada
num falhava e dava dentro
sua previsão era seu instrumento
salvando a copa do mundo
no seu lago tão profundo
a troca de comida e pão
mas nunca arrumou confusão
esse era o truta Paul
maluco pobre loco
e agora, tomou uns pipoco
foi pro fundo do poço
vai virar o caroço
vai com fé irmão
que nóis aqui, te ama de coração

É nóis, bandidagii!

haha
juro que vou excluir isso um dia!

6 de out. de 2010

Somente mais um caso de rebeldia.

Se não fossem os 'do contra' não haveria evolução.
Se somente acreditassem em ideais, o que estava por vir não mudaria.
Se não se toma atitude, tudo se congela.
Se falta a ti algo, corra atrás.
Se a informação não foi lhe passada corretamente, busque a verdade.
Se o que te interessa está nas suas mãos, não desperdice.
Seja o que for, busque um bem comum, saiba ceder, retribua coisas boas, lute por justiça, não acredite em tudo o que te falam,suspeite do que é fácil, não tenha preguiça, não julgue e fale somente o que for capaz de ouvir.
Isso parece auto ajuda?
Gostaria muito que fosse um livro barato e mal escrito para tentar te tirar da fossa.
Mas é realidade...mal vivida, explorada, cansada e insistente.
Pouco me importa sua visão, este momento é o da minha expressão.
Pago com o desgosto, com a alma e com o dinheiro, o que me impuseram pagar, se sinta culpado também!
Eu tentei ajudar, mas ninguém quis se esforçar para saber.
Agora eu pago, você paga...minha felicidade cretina é ver você pagar por isto e a minha desilusão mais ordinária é saber que você não se importa com nada!
Infeliz!
Falo com o vocabulário mais sujo que possuo só para tentar te provocar, porque se até uma ameba é mais sabia que você, preciso me esforçar para tentar te fazer entender.
Para mim não é esforço nenhum dizer em palavrões o quanto sua vida não vale nada, mas altera a minha!
Se tem preguiça de correr atrás, então se mate!
Se prefere pensar que o melhor pra você deve ser o melhor para os outros, então mude-se de planeta, sua vida inútil prejudica minha existência.
Todos os meus esforços são em vão, por sua preguiça, descaso e falta de responsabilidade.
E não venha com palavras bonitas tentando me seduzir, eu sinto nojo de discursos bem ensaiados.
Desculpas só servem para aliviar a sua consciência.
É realidade e é crua, ácida, mal digerida.
Sei que é demais para seu pequeno cerébro improdutivo.
A minha explicação será da mesma forma da revolta.
Leia-se o eu como todo o resto que não é você.
Entenda a minha rebeldia, ela é política e nada mais!
Obrigada por ser um completo babaca, diz seu candidato, rindo da sua cara.
Obrigada por me fazer de babaca!
Digo isso tudo a quem ler e se sentir ofendido!
Obrigada.

14 de mai. de 2008

Sabe quando muda?

Poisé... [tudo junto mesmo]
Mudou!
Todos os discursos e todos os medos, tudo passou!
Sabe pq?
Eu não sei...e quem sabe?
Há somente um culpado e ele sabe quem é!
Há somente uma razão...tão clichê, tão simples, tão comum, tão...sem explicações!
Não quero explicar...não tem como!
É sem nexo...coisa doida!
Mas com ele nem me preocupo com o sentido das coisas.
Me sinto muito bem.

Triste é esperar dos outros atitudes que são somente nossas!
Só precisava dizer isso...Obrigada!

4 de fev. de 2008

Por falta do que falar...

Por falta do que falar, vou escrever!
Preocupações, acontecimentos, falta do que fazer...
Loucuras é que, mesmo com um vazio enorme de tudo, ainda sentimos a necessidade de exteriorizar algo que pareça interessante, não é?!
Uma caneta e uma folha de papel, armas para revolucionar minhas próprias idéias...se eu não estivesse com a mente vazia.
O fato é que cansei dos meus pensamentos influenciada por um lugar que não muda e pessoas que não fazem nada que eu possa julgar construtivo ou, pelo menos, dígno de me interessar.
As palavras se enrolam e me sinto confusa para identificar esta "coisa" toda.
Cheguei a acreditar que eu construiria o meu mundo e viveria nele, independente de quem vivesse ou estivesse por perto, mas já não sei até onde posso continuar crendo nesta idéia.
Não sei até onde o que vivo é meu e o que foi imposto por todo o resto que não sou eu.
Mesmo vivendo com uma raça individualista, vejo que tudo é regido por uma energia que não é criada por um só, interagindo com tudo e fazendo agirmos de formas tão estúpidas quanto as atitudes que julgamos odiosas.
Formamos uma postura, entramos em um estereótipo, seguimos uma grande tendência universal de ser-diferente-odiar-a-moda e...acabamos por ser a moda!
Assim como não sou capaz de compreender o que há de maravilhoso nessas coisas-doidas-modernas que surgem, imitando o já inventado, só que com roupinhas diferentes, também não cabe a mim compreender ou criar um ódio de tudo isto.
É simples, vivemos em um circulo e tudo vai e volta, sem ordem alguma!
Vivemos farças e acreditamos que somos felizes...
Até onde dura essa felicidade eu não sei, mas desacredito dela quando paro para pensar no nada e analisar um tudo.
Eu, com certeza, vou abrir mão desta rotina que me deixa conformada...assim que descobrir como e antes de não saber mais distinguir que não pertenço a nada disso!

Alguém sugere uma boa leitura?

17 de jan. de 2008

Sobre insetos e política...

Meus pensamentos nada são perto de grandes pensamentos já pensados.
Não tenho um vocabulário invejável ou dígno de grandes admirações.
Pequenas conversinhas bobas se tornam - e tomam - imensidões em minha mente e qualquer assunto propaga-se pela mesma que não se cansa de pensar.

Acredito piamente no valor imensurável de coisas pequenas, simples, modestas e ultrapassadas assim como vejo o grande, atual ou inovador acontecer.

Imagino uma janela, eu olho por ela e paro para observar:
Eu vejo de tudo, da formiga que carrega uma folha verde ao carro de última geração que acabou de passar.
Eu vejo pessoas que vejo todo dia passando ao lado de pessoas que se trombam a todo tempo e não se olham nem para cumprimentar.
Eu observei cada movimento do topo da árvore com o vento, a delicadeza de uma nuvem em movimento enquanto vi que havia alguém preocupado com o cabelo, a se pentear.
Eu vi o que todo mundo sempre vê e não para para observar.
A cada dia que passa nos esquecemos um pouco de nossas essências. O simples se torna comum, invisível, rotineiro e deixa de nos importar.
A cada dia que passa precisamos de novidades, de coisas maiores, significantes, visíveis, interessantes ou diferentes, sempre mais.
A cada dia me pergunto até quando vão surgir sempre novas - e maiores - coisas e até onde o mundo (sinta-se parte dele) vai aguentar.
Precisamos sempre de mais para nos divertir, sempre mais para nos satisfazer, afinal, o mundo evolui por décimo de segundo, mais e mais e mais e mais e mais e mais...
Mais?!
Realmente não sei o que grande parte das pessoas que observo querem mais, sempre mais!
Há tanta coisa que ainda precisamos olhar com olhos gulosos, coisas que conhecemos desde sempre e nunca pareceram importantes antes.
Chegamos ao ponto de que é necessário se perguntar: "até onde vale a pena?"
Porque o mundo está envelhecendo e mesmo sempre perdendo nunca sabemos dar valor a algo antes que deixe de existir.
Porque pouco importa se vamos falar de insetos exóticos, debater a cor de um grão de areia ou a submissão política-social do terceiro, quarto e quinto mundo.
A inteligência e a importância não podem ser definidas, sua vida é sua vida e, muito em breve - e só para você - vai acabar!
Você se vai mas essas pequenas coisas vão continuar, assim como eternos heróis ou bons livros escritos, você se vai e se tornará dispensável.
Até quando viveremos uma realidade superficial?
Não importa o assunto, o grau de escolaridade, o local. O que fica - e realmente faz a diferença - é sentir toda essência, se sentir bem, sentir cada vibração de um mundo que muda a cada segundo mas preserva essências eternas implorando por resgate.

Aqui fica mais um texto sobre sabe-se lá o que.
Sem humor, sem nexo e sem inteligência...Mais um pensamento divido e que passará por invisível, pois há certas coisas que nunca vão mudar!